A Instituição opera por meio de Ofícios Principais definidos, estruturados para perdurar ao longo da transição geracional.
Cada ofício detém responsabilidade estrutural distinta pela constituição do território, pela governança da terra e pela disciplina da arquitetura.
A autoridade é exercida em serviço da coerência, da continuidade e da estabilidade de longo horizonte.
O Ofício de Autoridade Institucional governa o fundamento constitucional da Instituição.
Estabelece as condições fundacionais sob as quais a terra e a arquitetura são constituídas como domínio ordenado.
Define a jurisdição territorial e os limites estruturais.
Fixa o arcabouço a partir do qual a governança e a disciplina arquitetônica se desenvolvem.
Preserva a coerência institucional ao longo das gerações.
O Ofício de Governança Territorial governa a integridade operacional do Domínio.
Assegura o cumprimento da classificação da terra e a integridade dos limites em todo o Domínio.
Regula o uso da terra e a gestão dentro do arcabouço estrutural estabelecido pela Carta.
Alinha ocupação e atividade produtiva à ordem territorial.
Veda subdivisão, fragmentação ou deriva operacional que comprometa a continuidade.
O Ofício de Ordem Arquitetônica governa a disciplina espacial e material do Domínio.
Define o arcabouço arquitetônico no qual a forma construída é constituída.
Fixa proporção, hierarquia, coerência material e implantação em todo o Domínio.
Aprova e controla todas as intervenções arquitetônicas.
Mantém a ordem cumulativa ao longo da ocupação, adaptação e sucessão.
Os Ofícios Principais persistem além da titularidade individual.
A sucessão a cada Ofício ocorre segundo procedimento constitucional definido.
Onde mandato e estrutura permanecem intactos, a ordem perdura.